terça-feira, 28 de setembro de 2010

Referência

Outro dia eu precisei pedir uma referência a um antigo professor meu, pois estava me inscrevendo em um curso de pós graduação. E a resposta foi simples, apenas uma linha. 
Me deixou feliz, ganhei o dia. As vezes uma coisa tão pequena pode mudar o nosso dia pra melhor.
Isso foi o que o professor escreveu:
"Pode deixar que, quando solicitado, eu darei uma boa referência sobre você. Como foi boa aluna, não será difícil fazer isso."

domingo, 19 de setembro de 2010

Belém do Pará

" Belém é uma capital rica em cores, cheiros e sabores, que podem ser sentidos em cada esquina: nas barracas de tacacá, nas vendas de açaí, anunciadas com bandeirinhas vermelhas, e nas mangas que caem das árvores. 
São especialidades da culinária mais típica do Brasil, frutos da natureza pródiga, da colonização portuguesa e das heranças indígena e africana. Uma miscigenação cultural e racial que também se faz presente no artesanato e no folclore."

 Estou indo pra Belém amanhã! oba!!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Livros

Sempre gostei de ler livros. Ler sem compromisso. Qualquer livro que me despertasse a vontade de ler, que alguém tivesse me indicado ou apenas um livro qualquer da estante de casa. 
Sempre li os livros que ganhava de presente, mesmo que a capa (às vezes julgo os livros pela capa) ou o que estava escrito nas orelhas não fosse tão interessante. Os chatos eu terminava de ler por orgulho, porque não gosto de deixar uma leitura inacabada.
Adoro indicações de livros e de pegar livros emprestados. E costumo devolver sempre (ao contrário de alguns livros meus, que nunca voltaram). 
Sou eclética, gosto de diversos gêneros e autores, mas tenho meus autores preferidos.
Sempre que chego na casa de uma pessoa com uma vasta estante fico observando os títulos e acho legal encontrar livros que eu já li.
Gosto dos livros da minha casa. Gosto de passar o olho na estante e lembrar das histórias. Lembro também das épocas da minha vida que eu li. Isso também faz toda a diferença. Um livro lido duas vezes pode parecer ter duas histórias diferentes, pois são duas épocas da sua vida. Ler um mesmo livro novamente não significa ter a mesma impressão sobre ele.
Adoro conversar sobre livros lidos. Cada um também tem sua impressão sobre os personagens e histórias.
Sempre tenho vários livros ao lado da cama, pois gosto de ler antes de dormir. Ultimamente tenho tido dificuldade para ler de noite, pois a fiação da lâmpada do meu quarto precisa ser trocada e o abajur me deixa com dor de cabeça.
Algumas pessoas me falaram que ler bastante ajuda a escrever melhor. Ainda estou esperando melhorar...


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Viajar ou não viajar

É umas das coisas que eu mais gosto de fazer. Conhecer novas culturas, se perder em lugares desconhecidos, não entender nada que as pessoas estão falando, nem o que está escrito numa placa.
Comer um monte de coisas diferentes, que nem sempre são boas... Como uma gororoba de milho recheada com restos de carne de porco e frango embalados em uma folha de milho da Colômbia.
Mesmo sem viajar também é possível ter contato com outras culturas. 
É só se abrir para mostrar o que é nosso para estrangeiros. Adoro receber pessoas de outros lugares e mostrar a cidade, como se fosse um guia turístico. Adoro quando minha família e amigos de outras cidades vem para o rio de janeiro, ou quando amigos de amigos vem de outro país. Tudo bem que enche um pouco o saco mostrar a mesma coisa mil vezes, mas é por isso que acabo conhecendo melhor a minha cidade, mostrando lugares novos sempre que possível.
Mesmo que a gente não saiba toda a história de um monumento como um guia sabe, podemos dizer que era aonde nossa família costumava nos levar quando pequenos. Essa é a nossa impressão, nossa experiência.
Minha mãe estava querendo hospedar um estrangeiro lá em casa. Só temos um problema, não temos espaço. Estamos pensando em alternativas, mas realmente a casa é bem pequena. Mas eu sei que ainda vou fazer isso. 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fazer nada!?

Eu não entendo aquelas pessoas que falam assim: aquele emprego é muito bom, tem um ótimo salário e nenhum trabalho. Ou que fulaninho ganha muito bem, mas não faz nada.
Eu não gostaria de ser uma dessas pessoas que não faz nada. Fazer nada é muito chato. Sem objetivos.
Eu sai de um estágio que eu não fazia nada, algumas pessoas me perguntaram porque eu sai. Eu respondi que eu não teria nada pra fazer lá, nada a me acrescentar e preferi sair. E muitos acharam que era melhor ficar lá e continuar parada ganhando aquele certo dinheiro.
Eu acredito que trabalhar ou estudar faz muito bem, faz a gente aprender, sair do mesmo lugar, contribuir com o mundo.
Estou de férias agora. Aproveitei pra tirar idéias do papel, resolver coisas pendentes e desenterrar metas.
Não consigo ficar sem fazer nada. Não sei como as pessoas conseguem.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cyber Interview

Estou participando de diversos processos seletivos pra conseguir um emprego. Para todos, tive que me inscrever no site, fazer diversas provas de inglês e lógica e depois, se eu passar, entrevistas e dinâmicas de grupo. Muito chato. Mas o diferente é que em um desses processos eu terei que fazer uma cyber interview, uma entrevista pelo computador, usando webcam e fones de ouvido. Marquei para semana que vem. Não sei se gosto muito da ideia. Acho que eles querem eliminar muitos candidatos antes de chegar as entrevistas e dinâmicas. Não estou muito a fim de fazer não, mas só porque é diferente, agora quero saber como é.